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Reserva de Emergência: o que é e como fazer?

O que é a reserva de emergência? 

A Reserva de Emergência, nada mais é do que aquele dinheiro que vai te livrar de uma situação inesperada que uma grana extra faria total diferença no impacto do acontecimento.

Por se tratar de um imprevisto, não conseguimos nos planejar para resolver com rapidez e sem dor de cabeça este problema. Porém, podemos nos preparar e planejar para contornar da melhor forma possivel essa situação.

Este montante de dinheiro guardado, é uma garantia para a pessoa ter mais segurança e tranquilidade para quitar seus débitos sem precisar diminuir seu padrão de vida.

Desta forma, todos deveriam manter uma reserva de emergência saudável uma vez que, todos nós estamos sujeitos a sofrer com um acontecimento repentino e não planejado. Os exemplos mais citados são: perda que alguma fonte de renda ou aumento de custo de vida não planejado.

Qual deveria ser o tamanho da sua reserva?

O tamanho da Reserva de Emergência é muito pessoal, variando de acordo com a exposição da pessoa, suas fontes de renda, seus dependentes, e inúmeros outros fatores, porém, o parâmetro mais usual utilizado é a estabilidade da(s) fonte(s) de renda.

Quanto mais estável e diversificada suas fontes de renda, menor pode ser sua Reserva de Emergência.

Funcionários públicos que tem uma maior estabilidade de receita, é recomendável que tenha no mínimo 4 meses dos seus custos mensais guardados. Por exemplo: um funcionário publico que gasta por mês 5 mil reais, deve no mínimo ter uma Reserva de Emergência de 20 mil reais.

Já profissionais autônomos que não possuem essa estabilidade, é recomendável que tenha no mínimo 9 meses dos seus custos mensais guardados, uma vez que eles não possuem benefícios de empregados no regime CLT, como o FGTS, ou o aviso prévio. Por exemplo: um profissional autônomo que gasta os mesmos 5 mil reais por mês, deve guardar no mínimo para sua Reserva de Emergência, 45 mil reais. 

Onde investir/deixar o dinheiro da reserva?

Não é o objetivo da Reserva de Emergência ter uma rentabilidade extraordinária, e sim, uma boa segurança e uma disponibilidade para resgatar instantaneamente ou em um prazo curtíssimo. Uma vez que, o dinheiro ali guardado é para a segurança da pessoa, não podemos investir em um ativo que tenha oscilações relevantes ou que o período de resgate (liquidez) seja longo. 

Dito isso, os melhores investimentos para a Reserva de Emergência são:

  1. Tesouro Selic

Este tipo de investimento é considerado um dos melhores para a Reserva de Emergência por ter a maior segurança do mercado. É um titulo publico emitido pelo governo e segue a Taxa Selic.

  1. CDBs com liquidez diária

Este tipo de investimento também funciona muito bem para a reserva de emergência, só é necessário prestar atenção na segurança e na liquidez do ativo. Porque, cada CDB varia sua rentabilidade de acordo com o seu risco e seu prazo de vencimento.

  1. Fundos DI

Neste investimento, os Fundos de Investimento seguem a rentabilidade da “taxa DI” ou “taxa do CDI”, com liquidez de D+0 ou D+1 ou seja, o prazo de resgate é no mesmo dia ou no dia seguinte.

  1. Contas digitais ou carteiras remuneradas

Também existe a possibilidade das contas remuneradas que normalmente funciona remunerando o valor que você tem em conta a uma determinada proporção da “taxa DI”.

  1. Poupança

Já na poupança, a rentabilidade é inferior comparada aos outros tipos de investimentos citados e o seu prazo de resgate, apesar de ser imediato acaba sendo prejudicado comparado aos outros uma vez que, o dinheiro investido só traz retorno pra sua carteira no “aniversário de um mês”.

Por exemplo: Ao investir na poupança dia 10, esse dinheiro só me trará retorno no dia 10 do próximo mês. Assim, no caso de eu precisar retirar o dinheiro antes do dia 10, o investimento não terá me retornado nada.

Isso acaba deixando o investimento menos atrativo comparado aos demais citados.

Só pode começar a investir depois de montar a reserva de emergência?

O recomendável é só começar a investir em ativos de maior risco, após terminar de criar sua Reserva de Emergência para garantir uma segurança tanto para imprevistos na sua vida cotidiana, quanto para proteger sua carteira de investimentos.

Como acontece no exemplo do investidor que não tem uma Reserva de Emergência, ao se deparar com um imprevisto, é obrigado a se desfazer de suas operações de investimentos para suprir a necessidade de dinheiro.

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